
Hoje eram eles, na escola, no prédio de trás, na escada, faz diferença? Estavam lá. E não estavam sozinhos.
Pois eis que havia um louva-a-deus. Um mini.
Pequeno, não muito maior que uma unha, com um gingado de capoeira e pintas na perna como um mosquito da dengue. Por isso as piadas louva-a-deus da dengue, deus da dengue, seguidor de amon-rá, trocadilhos sem graça de alunos de ensino médio que riem de tudo. Quem era engraçado lá era o louva-a-deus. O Franky. O São Judas Tadeu. O Führer. Que nome lhe botavam?
Ele era engraçado. Aproximavam-lhe um celular e ele recuava como um gato, balançava como uma palmeira ao vento, calculava a distância como um atleta olímpico e pulava como um árabe suicida. De repente lhe dava vontade de correr, e corria da mão de quem o estava segurando até o cotovelo, ou até outra mão lhe barrar o caminho. Aí ele subia nesta e fazia tudo de novo. Era persistente. Era macho.
Vinham uns e outros apreciar este espetáculo involuntário que ele oferecia. Bonitinho esse Franky, diziam uns. Olha ele mordiscando a perna!, diziam outros. Preciso postar isso num blog, dizia outro.
11 Knockchamps:
aah :} Foi bem mais legal saber do "causo" por aqui! Rac'Meg, Rac'Meg... Se não fosse a Nilce, te encheria de elogios :')
Adeus, velho Franky! Espero que você atinja lugares mais altos na cadeia alimentar.
Adeus grande Franky. Espero que você vire um menino de verdade.
post bacana (Y)
haha, post muito massa.
Esses pequenos companheiros que aparecem nos alegram tanto.
Eles nem sabem. O que sabem? São verdes, tem patas...
Mais polonizam algegria .D
Obrigada, Rac'meg.
Post bacana (Y)
eu sabia que tu não ias aguentar, Nilce.
meu ser me pertuba.
mas eu ainda conseguirei ser intragavel .D
É cada uma que aparece.
eu hein
Gostei do blog! Abraços.
Rac'meg me ama :D
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